Saiba onde tem o melhor preço antes de comprar

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Decisão do FED resolve o problema?


Depois de um dos piores dias do ano, o Federal Reserve confirmou os rumores que inspiraram a recuperação observada no final da última sessão e, depois de uma reunião extraordinária, anunciou um corte de 50 pontos-base na taxa de redesconto, que passou para 5,75%, no início desta manhã.

A notícia parece inspirar
investidores mundo afora: nos Estados Unidos, as Bolsas abriram em forte alta confirmando as indicações dos mercados futuros, nos mercado acionários europeus a marca também é de um movimento de recuperação e, no Brasil, não é diferente.

Mas, a despeito do clima de festa pós-Fed, a lembrança dos motivos que tanto deprimiram os mercados nos últimos dias traz à tona a seguinte questão: isso tudo é euforia ou o Federal Reserve resolveu mesmo o problema da crise? Pergunta complicada e muito importante.

Medida do Fed soluciona a crise?
Comentando a medida da autoridade monetária norte-americana, bem recebida em um cenário à beira do abismo, André Albo, analista da XP Investimentos, avalia o corte na taxa de redesconto como uma medida paliativa, que busca aliviar o pânico que tomou conta dos investidores.

"É uma medida que pode vir a ajudar, mostra que o Fed está atento e tem interesse em amenizar a crise, ou até certo ponto resolver a crise. Não digo que vai resolver a crise com essa medida, mas pode ajudar", conclui.

Há, sim, um componente eufórico
De fato, ainda é cedo para chegar a qualquer conclusão. Segundo analistas, a medida anunciada, por um lado, realmente acalma os nervos, já que reduz o custo dos empréstimos tomados pelas instituições financeiras, dando uma folga neste momento crítico.

Ao mesmo tempo, pode colocar em evidência o fato de que os problemas existem e, mais do que isso, reforçar os receio de que eles podem ainda maiores do que o esperado, já que demandaram uma reação de ninguém menos do que o Federal Reserve.

No fio da navalha
Segundo Edson Hydalgo Júnior, diretor da Trust Investimentos, parceira da corretora do banco Cruzeiro do Sul, "ninguém consegue avaliar ainda a grandeza do problema. Provavelmente deve ter muita gente no fio da navalha para quebrar e está se fingindo de vivo. Se as agências de risco não estiverem lá dentro olhando, que eu acredito que não estão, não dá para avaliar que o risco de crédito passou".

Resumindo, as palavras e as ações da autoridade monetária da maior
economia do mundo trouxeram alento aos investidores, mas a inspiradora reação verificada em seguida ao anúncio tem, sim, sua parcela de euforia.

Neste sentido, Hydalgo Júnior diz: "o mercado deu o repique porque caiu mais de 23% em uma linha reta de queda. Eu não ainda não estou otimista. É muito cedo para avaliar que o mercado está voltando para uma tendência de alta".

Volatilidade
Por ora, o que se pode dize é que, certamente, a volatilidade vai continuar presente, mesmo porque, a medida do Fed não é suficiente para revelar, de uma vez por todas, o quadro real.

Entretanto, quando o medo chegou a reação do mercado foi forte e, dado o histórico recente de perdas, é natural esta recuperação. Em todo caso, nem longe é possível dizer que a situação já está resolvida.

Relatório Diário SLW

Segue para análise relatório diário da SLW com a análise detalhada de CSN, Friboi, Unipar e Petrobras
Favor clicar no logo abaixo para ter acesso ao relatório:

Relatório diário Lopes Filho

Segue para análise relatório da Lopes Filho Associados com análises detalhadas de Pão de Açucar e Petrobras.
Favor clicar no logo abaixo para ter acesso ao relatório:

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Relatório diário BANIF

Segue para análise relatório diário da BANIF Investments com a análise detalhadas de vários ativos.

Favor clicar no logo abaixo para ter acesso ao relatório:


Relatório diário SLW

Segue para análise relatório diário da SLW com a análise detalhada de Banco do Brasil, Even, Duratex e Alpargatas.
Favor clicar no logo abaixo para ter acesso ao relatório:

Carteira Recomendada Semanal SLW

Segue para análise relatório semanal da SLW com a carteira recomendada para esta semana.
Favor clicar no logo abaixo para ter acesso ao relatório:

Relatório diário Ágora

Segue para análise relatório diário da Ágora para o dia 15/08/07 com análises detalhadas de Petrobras, Klabin, OHL e Banco do Brasil.
Favor clicar no logo abaixo para ter acesso ao relatório:

sábado, 11 de agosto de 2007

Lição para investir!

Aplicar na bolsa quando as manchetes avisam: "Bolsa cai pela segunda sessão consecutiva", sem dúvida, não parece ser atraente. Entretanto, o histórico das aplicações em renda variável mostra que, no longo prazo, investir em ações é interessante e traz retornos superiores à renda fixa, ainda mais agora com a queda dos juros.

Mas será que com a queda recente dos mercados internacionais esta é a hora de sair da bolsa e retornar para a renda fixa? Pressionado por problemas no segmento de crédito imobiliário de alto risco, o subprime, o Ibovespa, principal índice da
Bolsa de Valores de São Paulo, já recuou quase 9% em menos de um mês.

"O mercado ainda deve seguir ao sabor das notícias do segmento subprime", diz o sócio da Paraty Investimentos, Marco Franklin. Portanto, a volatilidade deve seguir presente nos mercados.

Vender?
Para o analista sênior da Victoire Finance Capital, César Augusto Mezomo, o
investidor que planejou ganhos maiores deve esperar. "Se o investidor fez a lição de casa e colocou apenas uma parte dos seus recursos na bolsa, deveria pensar a bolsa como aposta de longo prazo".

Segundo ele, para quem possui este perfil, a recomendação é seguir na aposta. "A bolsa caiu, mas depois pode subir, seja na semana que vem ou daqui a dois meses". A volatilidade assusta, mas não deve preocupar quem não espera retornos no curto prazo.

No ano passado, entre meados de maio e junho, a Bovespa registrou uma expressiva queda de 28%. O Ibovespa despencou do patamar dos 42 mil pontos para 32.800 pontos. À época, preocupações com o ritmo de crescimento da economia norte-americana desencadearam uma elevação do grau de aversão ao risco.

Passada a turbulência, a bolsa retomou a rota ascendente e encerrou 2006 com uma valorização de 32,9%. Em 2007, apesar da recente crise nos mercados, o Ibovespa acumula uma valorização de aproximadamente 20%, se configurando, ainda, como bom investimento no ano.

Aprendendo com a queda
Mesmo acreditando que esta nova tendência de baixa da bolsa não ficará por muito tempo, uma importante lição pode ser tirada deste cenário. Investir em ações traz retornos interessantes, mas é arriscado e é bom não exagerar. "É preciso tomar cuidado para não errar o pé", lembra Mezomo.

"O investidor pessoa física precisa ir devagar na bolsa. Para isso, ele pode investir em fundos ou apenas uma parte do patrimônio. Se a bolsa cair muito e ele precisar do dinheiro, terá prejuízo", completa.

Perspectivas
Em análise atualizada sobre a renda variável brasileira, a Itaú Corretora não rebaixou projeções anteriores, apesar da crise. Ao contrário, destacou que a bolsa continua atraente e estipulou o preço-alvo de 67 mil pontos para o Ibovespa ao fim de 2007.

Os argumentos da instituição baseiam-se em melhores dados macroeconômicos e no desconto frente a pares globais. Fundamentos que falam mais alto, deixando o prejuízo recente como mero ajuste casual.

Além disso, lembra o economista chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto, a economia brasileira, apesar de alguns desafios a serem enfrentados, "deve ter bom ritmo de crescimento nos próximos trimestres, com foco no mercado interno. Ou seja, as perspectivas para as
empresas do país são favoráveis".

Guia de Ações Completo

Segue abaixo guia completo de ações com vários dados utéis para análises fundamentalistas.
Para baixar o arquivo favor clicar na figura abaixo: